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Gênero: Poesia

Formato: 14 x 21 | Ano: 2020

Peso: 160 gr.

Páginas: 96 | Pólen soft 80 gr.

SINOPSE: Estamos diante de um livro que, dentre seus tantos recursos, também se faz a partir da conversa, do diálogo profícuo com a tradição literária. [...] Fernando Maroja Silveira lança suas linhas numa tessitura que se faz nesse diálogo com a escrita para refletir sobre a vida e suas vicissitudes no mundo. O título, Vênus de Milo em Ferentari, situa o leitor entre duas obras criadas pela humanidade. Produções antagônicas, o paradoxo que nos habita e que nos sublima em uma obra como a Vênus de Milo e nos apresenta, em Ferentari, a face do horror que também nos constitui. São essas dimensões do humano que atravessam este livro. [...] os poemas desse livro insistem em nos afirmar: estamos em Ferantari, Ferentari está em toda parte. Não importa o cenário, o verniz. Debaixo de tantos disfarces e do manto urbano, nosso abandono, nossas ruínas estão a nos edificar. Constroem o que somos, por meio do trágico que atravessa os poemas. [...] É por essa via do possível – a poesia, a arte – submersa na metáfora do título do livro, que a beleza ainda nos dignifica, ainda pode nos salvar de nós mesmos, nos abraça com os braços da poesia que, por sua vez, constituem, aqui, os braços perdidos da Vênus de Milo. [Por Marcílio Caldas Costa] 

Vênus de Milo em Ferentari – Fernando M Silveira

R$15,00
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Formato: 14 x 21 | Ano: 2020

Peso: 160 gr.

Páginas: 96 | Pólen soft 80 gr.

SINOPSE: Estamos diante de um livro que, dentre seus tantos recursos, também se faz a partir da conversa, do diálogo profícuo com a tradição literária. [...] Fernando Maroja Silveira lança suas linhas numa tessitura que se faz nesse diálogo com a escrita para refletir sobre a vida e suas vicissitudes no mundo. O título, Vênus de Milo em Ferentari, situa o leitor entre duas obras criadas pela humanidade. Produções antagônicas, o paradoxo que nos habita e que nos sublima em uma obra como a Vênus de Milo e nos apresenta, em Ferentari, a face do horror que também nos constitui. São essas dimensões do humano que atravessam este livro. [...] os poemas desse livro insistem em nos afirmar: estamos em Ferantari, Ferentari está em toda parte. Não importa o cenário, o verniz. Debaixo de tantos disfarces e do manto urbano, nosso abandono, nossas ruínas estão a nos edificar. Constroem o que somos, por meio do trágico que atravessa os poemas. [...] É por essa via do possível – a poesia, a arte – submersa na metáfora do título do livro, que a beleza ainda nos dignifica, ainda pode nos salvar de nós mesmos, nos abraça com os braços da poesia que, por sua vez, constituem, aqui, os braços perdidos da Vênus de Milo. [Por Marcílio Caldas Costa]