ESCOLHA, PAGUE E RECEBA SEU PEDIDO SEM SAIR DE CASA

Gênero: Poesia

Formato: 14 x 22 | Ano: 2018 

Peso: 360 gr

Páginas: 60 | Pólen 80 gr

SINOPSE: A pesquisa busca uma abertura para compreender o sentido da obra literária imbricada no mistério da criação artística a partir das suas figurações em Avalovara (1973), de Osman Lins. Em meio à interpretação do romance, pretende-se percorrer questões fundamentais que subjazem no revestimento conceitual instaurado ao longo da modernidade literária.  Em Avalovara, o leitor é encaminhado a um pensamento originário que resgata a instância poética da narrativa, projetando o fazer artístico em uma dimensão mítica que é Linguagem acontecendo em seu silêncio. Isso só é possível  pela elaboração de uma  narrativa que já não representa, mas encena questões, realizando-as na tessitura de seus elementos. O romance se põe à procura de sentido para realidade, questionando a tradição mimética –corolário de uma metafísica essencialista e subjetivista –, e, em seu procurar desvela-se o seu sentido de ser, o seu ser-obra de arte. Neste sentido, reaviva-se a referência essencial entre arte e verdade, em que esta, é a própria dinâmica de revelação do real retraindo sua realidade em tudo o que se manifesta.  A obra de  arte  corresponde  a  essa  dinâmica  de  ser  das  coisas.  Nelas e  por  elas  a procura  se  dá, passo  a  passo,  revelando-se  aos  poucos  em  cada  palavra,  obra  e  verdade. Procurando pela verdade, o homem, coisas entre coisas, pode se reintegrar com a realidade de ser; Abel, o humano, o  artista, o escritor pode  reingressar no paraíso pelo  exercício do amor pleno  que  há  no  cuidado  para  com  as  coisas  em  seu  silêncio,  silêncio  da  Linguagem  que acolhe não só o poder criativo da literatura, mas também da própria existência humana.

O VOO DA CRIAÇÃO LITERÁRIA - Harley Farias

R$9,81
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SINOPSE: A pesquisa busca uma abertura para compreender o sentido da obra literária imbricada no mistério da criação artística a partir das suas figurações em Avalovara (1973), de Osman Lins. Em meio à interpretação do romance, pretende-se percorrer questões fundamentais que subjazem no revestimento conceitual instaurado ao longo da modernidade literária.  Em Avalovara, o leitor é encaminhado a um pensamento originário que resgata a instância poética da narrativa, projetando o fazer artístico em uma dimensão mítica que é Linguagem acontecendo em seu silêncio. Isso só é possível  pela elaboração de uma  narrativa que já não representa, mas encena questões, realizando-as na tessitura de seus elementos. O romance se põe à procura de sentido para realidade, questionando a tradição mimética –corolário de uma metafísica essencialista e subjetivista –, e, em seu procurar desvela-se o seu sentido de ser, o seu ser-obra de arte. Neste sentido, reaviva-se a referência essencial entre arte e verdade, em que esta, é a própria dinâmica de revelação do real retraindo sua realidade em tudo o que se manifesta.  A obra de  arte  corresponde  a  essa  dinâmica  de  ser  das  coisas.  Nelas e  por  elas  a procura  se  dá, passo  a  passo,  revelando-se  aos  poucos  em  cada  palavra,  obra  e  verdade. Procurando pela verdade, o homem, coisas entre coisas, pode se reintegrar com a realidade de ser; Abel, o humano, o  artista, o escritor pode  reingressar no paraíso pelo  exercício do amor pleno  que  há  no  cuidado  para  com  as  coisas  em  seu  silêncio,  silêncio  da  Linguagem  que acolhe não só o poder criativo da literatura, mas também da própria existência humana.